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	<title>American Films</title>
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	<description>Descrição do site</description>
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		<title>Exportações de carros chineses crescem mais na América Latina</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 11:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A América Latina já se transformou no mercado onde as exportações de automóveis de fabricação chinesa mais crescem no mundo todo, segundo um estudo da empresa de consultoria americana AT Kearney publicado nesta quarta-feira pelo jornal oficial &#8216;Shanghai Daily&#8217;. Segundo Jian Sun, sócia da empresa de consultoria em sua sede de Xangai, tanto os custos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A América Latina já se transformou no mercado onde as exportações de automóveis de fabricação chinesa mais crescem no mundo todo, segundo um estudo da empresa de consultoria americana AT Kearney publicado nesta quarta-feira pelo jornal oficial &#8216;Shanghai Daily&#8217;.</p>
<p>Segundo Jian Sun, sócia da empresa de consultoria em sua sede de Xangai, tanto os custos de produção mais baixos na China como a engenharia inversa que as marcas do gigante asiático fazem a partir dos modelos americanos, europeus e japoneses, permitem com que o país ofereça produtos com qualidade e preço muito competitivos na América Latina.</p>
<p>A China exportou cerca de meio milhão de veículos em 2011, e enquanto espera-se que o número alcance os dois milhões em 2015 e os três milhões por volta de 2020, a América Latina vai se tornando um mercado cada vez mais importante para as marcas chinesas, com um grande crescimento nos últimos anos no Brasil, Colômbia, Peru e Argentina.</p>
<p>A presença de marcas chinesas é ainda mais frequente em mercados onde vêm exportando há mais tempo, como o Chile e a Venezuela.</p>
<p>Desta maneira, embora as montadoras da China continuem às portas da União Europeia, dos Estados Unidos e do Canadá, na Colômbia já há 16 delas presentes (como Chery, Foton, Great Wall, Geely e Yangtze), enquanto no Peru são mais de 30, conforme os dados da AT Kearney.</p>
<p>No Brasil, um carro chinês pode chegar a ser de um terço mais barato do que seu modelo concorrente direto europeu, indicou Guido Vildozo, analista da empresa IHS Automotive, estabelecida nos EUA.</p>
<p>Parte da competitividade das marcas chinesas está em seus custos de produção relativamente baixos, com salários que no setor rondam os US$ 300 e US$ 400 mensais na China (227 ou 303 euros), explica Vildozo.</p>
<p>Somente na Colômbia, onde há cinco anos as marcas chinesas quase não tinham entrado, agora já detêm 5% do mercado, indicou Oliverio García, presidente da associação nacional de concessionárias Andemos, segundo a reportagem publicada nesta quarta pelo jornal chinês.</p>
<p>Segundo a central de Dallas da AT Kearney, a América Latina é especialmente atrativa para as montadoras chinesas, já que enquanto nos mercados europeus ou norte-americanos não se espera que as vendas cresçam mais de 2% ao ano, os emergentes latino-americanos estão em plena expansão.</p>
<p>Em países como a Colômbia, acrescenta, foi registrado um aumento das vendas anualizado de 25% em 2010 (com cerca de 300 mil unidades vendidas) e espera-se que o crescimento seja da mesma proporção quando os números de 2011 forem divulgados.</p>
<p>Isso coincide com o atual momento do setor automobilístico na China, onde há dezenas de fabricantes por todo o país, frequentemente empresas estatais controladas por governos regionais ou locais, junto às quais competem grandes companhias privadas como Geely, Chery e Brilliance.</p>
<p>Fonte: Exame.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto pretende classificar os veículos de acordo com nível de poluição</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/projeto-pretende-classificar-os-veiculos-de-acordo-com-nivel-de-poluicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os veículos  poderão ser classificados conforme os níveis de emissão de CO2 (dióxido de carbono), se aprovado o projeto de lei 3013/11, do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA), que cria o selo pró-ar. A medida determina que os veículos sejam classificados em sete categorias, de A a G, de acordo com a emissão de CO2. Na categoria A, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os veículos  poderão ser classificados conforme os níveis de emissão de CO2 (dióxido de carbono), se aprovado o projeto de lei 3013/11, do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA), que cria o selo pró-ar.</p>
<p>A medida determina que os veículos sejam classificados em sete categorias, de A a G, de acordo com a emissão de CO2. Na categoria A, estarão os veículos que emitem até 125 g/km de CO2, e, na categoria G, os que emitem mais de 250 g/km.</p>
<p>Segundo a Agência Câmara, a concessão do selo será feita pelos órgãos federais do Sisnama (Sistema Nacional do Meio Ambiente) e do Sinmetro (Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Já para os veículos pesados, a classificação obedecerá a normas fixadas por resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).</p>
<p>Para o deputado, a medida irá incentivar a redução da emissão de dióxido de carbono pelos diferentes tipos de veículos, assim como acontece com o selo Procel de Economia de Energia.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carros">http://www.infomoney.com.br/carros</a></p>
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		<title>Saldo de crédito para financiamento de veículos sobe 8% em 2011</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/saldo-de-credito-para-financiamento-de-veiculos-sobe-8-em-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias & Promoções]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito para financiamento de veículos  avançou em 2011, em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) divulgado nesta terça-feira (14). O saldo total das carteiras de leasing e CDC (crédito direto ao consumidor) somou R$ 200,6 bilhões no ano passado, uma alta de 7,9%, se comparado ao número registrado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito para financiamento de veículos  avançou em 2011, em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) divulgado nesta terça-feira (14).</p>
<p>O saldo total das carteiras de leasing e CDC (crédito direto ao consumidor) somou R$ 200,6 bilhões no ano passado, uma alta de 7,9%, se comparado ao número registrado em 2010. Para a associação, o cenário de crédito para financiamento em 2011 foi fortemente marcado pelas medidas macroprudenciais anunciadas pelo Banco Central.</p>
<p><strong>2012<br />
</strong>Sobre 2012, o presidente da Anef, Décio Carbonari de Almeida diz que “ainda é cedo para afirmar que teremos uma mudança de cenário nos primeiros meses de 2012, de modo que as projeções para o ano se mantêm, por enquanto, no patamar de 8% a 10% de crescimento”.</p>
<p>O CDC continua sendo o meio mais procurado pelos consumidores, escolhido por 50% dos compradores. Em 2011 o saldo total dessa modalidade foi de R$ 172,9 bilhões, registrando crescimento de 23,2% sobre 2010 (R$ 140,3 bilhões).</p>
<p>Já o leasing fechou o ano em queda de 39,3%, passando de R$ 45,6 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 27,7 bilhões em dezembro de 2011. Essa modalidade foi escolhida por 5% dos consumidores.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/">http://www.infomoney.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quanto custavam os carros de ontem em dinheiro de hoje?</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/quanto-custavam-os-carros-de-ontem-em-dinheiro-de-hoje/</link>
		<comments>http://www.americanfilms.com.br/quanto-custavam-os-carros-de-ontem-em-dinheiro-de-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisamos os preços dos carros que realmente nos interessam – os esportivos brasileiros, desde o pioneiro Willys Interlagos – e os atualizamos segundo os índices econômicos de correção do Banco Central para descobrir quanto eles custariam em valores de 2012. Os preços atualizados estão sempre entre parênteses. Década de 60 O primeiro esportivo do Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisamos os preços dos carros que realmente nos interessam – os esportivos brasileiros, desde o pioneiro Willys Interlagos – e os atualizamos segundo os <strong><a href="https://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/publico/exibirFormCorrecaoValores.do?method=exibirFormCorrecaoValores&amp;aba=1" target="_blank">índices econômicos de correção do Banco Central</a></strong> para descobrir quanto eles custariam em valores de 2012. Os preços atualizados estão sempre entre parênteses.</p>
<h1>Década de 60</h1>
<p>O primeiro esportivo do Brasil chegou às lojas em 1962, custando 2,7 milhões de cruzeiros (117.500 reais) numa época em que as opções eram bastante reduzidas, e o carro ainda um artigo de luxo. O Fusca custava 1,45 milhões de cruzeiros (70.600 reais) e era o carro de passeio mais barato do país. O Interlagos dividiu o status de esportivo com o Karmann-Ghia, que usava mesma mecânica do Fusca, e que custava quase o mesmo que o concorrente: 2,56 milhões de cruzeiros (117.449 reais).</p>
<p>O Puma GT “Malzoni” foi lançado em 1967, no mesmo ano em que a Willys encerrava a produção do Interlagos e o Karmann-Ghia recebia mais potência com o motor 1500. O fora-de-série, ainda com mecânica DKW, saía por 1,35 milhão de cruzeiros (110.621 reais). Como você vai reparar a seguir, os preços destes esportivos de construção artesanal e escala reduzida eram relativamente altos em comparação ao que viria na década seguinte.</p>
<h1>Década de 70</h1>
<p>O mercado de esportivos começou a esquentar na década de setenta, com a chegada do belo SP2 em 1972 por 30.900 cruzeiros (84.050 reais). Mesmo sendo bonito, confiável e robusto, eu juntaria uns trocados e pagaria 31.500 cruzeiros (88.350 reais) pelo Puma GTE, de desempenho e beleza semelhantes.</p>
<p>Se o seu negócio fosse carros maiores e mais nervosos, em 1975 tínhamos o Opala SS, o Maverick GT V8, o Dodge Charger R/T e o Puma GTB. Destes o mais barato era o Opala SS-6, que custava 64.000 cruzeiros (99.100 reais), enquanto o Maverick cobrava 67.900 cruzeiros (105.141 reais) por seu V8 302 canadense.</p>
<p>Se nosso colega Juliano Barata quisesse passear de Dodge por aí naquela época, precisaria abrir mais o bolso e desembolsar 82.350 cruzeiros (127.374 reais) por um Charger R/T, uma bela economia diante do fora-de-série Puma GTB tabelado em 88.300 cruzeiros (136.650 reais) e que vinha com o mesmo conjunto motriz do SS-6.</p>
<p>Em 1976 a VW finalmente lançou um carro com motor refrigerado a água, muito mais moderno que seu boxer da década de 30 que equipava os “esportivos” SP2, Karmann-Ghia TC e Fusca 1600S. Por isso os 62.300 cruzeiros (69.520 reais) parecem bastante razoáveis por um fastback alemão naturalizado brasileiro que, se não esbanjava potência, oferecia qualidades de condução incomparáveis para a época.</p>
<p>Quando a Puma lançou o GTB S2 de 380.000 cruzeiros (169.200 reais) no fim da década, o Charger R/T havia sido transformado em uma versão esquisita do comportado Magnum. Seus rivais Maverick GT e Opala SS tornaram-se esportivos de adesivo com seus motores de quatro cilindros e desempenho limitado. A coisa só voltaria aos eixos na década seguinte.</p>
<h1>Década de 80</h1>
<p>O mercado de esportivos voltou a esquentar novamente na metade dos anos 80, quando a Volkswagen colocou o motor 1.8 do Santana em um Gol e o envenenou com um comando de válvulas alemão, criando o primeiro Gol GT, de 13.2 milhões de cruzeiros (59.480 reais). Seu principal rival era o Escort XR3, que não tinha o mesmo desempenho, mas era mais moderno e visualmente idêntico ao modelo europeu. Custava 15,3 milhões de cruzeiros (69.140 reais) e tinha teto-solar de série. O XR3 conversível chegou um ano depois, quando a inflação levou seu preço a conversível a 72 milhões de cruzeiros (120.600 reais).</p>
<p>Outra opção interessante, mesmo em fim de carreira, era o Passat Pointer, encontrado por 550.000 cruzados (101.000 reais). Nessa mesma época a VW substituía o Gol GT pelo GTS, que em tempos de loucura econômica e inflação descontrolada era vendido por 523.200 cruzados (97.600 reais). A Chevrolet participava discretamente do mercado de esportivos com o belo Monza S/R 2.0, de 473.400 cruzados (88.376 reais).</p>
<p>No ano seguinte a Fiat entrava na briga com o nervosinho Uno 1.5 R, o mais barato deles, custando 1,2 milhão de cruzados (63.700 reais), e em 1989 o Escort XR3 finalmente ganhava desempenho com o motor AP1800 idêntico ao do Gol GTS, e custava o equivalente a 95.300 reais.</p>
<h1>Década de 90</h1>
<p>O fim da reserva de mercado também foi o fim dos esportivos carburados. O primeiro da nova geração eletrônica foi o Gol GTi, que entrou na década de 90 embalado pelo potente AP 2000, pronto para encarar o renovado Escort XR3 2.0 e o moderno Kadett GSi. Em um comparativo feito em 1993, o pequeno Volks ganhou na pista e na tabela: custava 307,3 milhões de cruzeiros (78.600 reais), enquanto Kadett e Escort empatavam, custando 370,5 milhões (94.700 reais) e 374 milhões de cruzeiros (95.600 reais) respectivamente.</p>
<p>A economia mais estável em 1994 resultou nos belos duelos entre os aspirados multiválvulas da Chevrolet – Corsa GSi, de 21.500 reais (76.500 em 2012) e Vectra GSi, de 39.000 reais (142.200 em 2012) – e os turboalimentados da Fiat – Uno Turbo de 22.500 reais (80.050 em 2012) e Tempra Turbo 33.270 reais (118.400 em 2012).</p>
<p>Depois foi a vez da Volkswagen atualizar seu Gol GTI, primeiro com o velho 2.0 8v e mais tarde com um moderno 2.0 16v trazido da Alemanha. Os modelos se diferenciavam pelas rodas, pela emblemática bolha no capô do modelo multiválvulas e, obviamente, pelo preço: 22.800 reais (60.600 em 2012) o GTI 8v e 30.900 reais (82.200 em 2012) o GTI 16v.</p>
<p>No fim dos anos 90 o Gol GTI passou a ser produzido apenas com o motor 16v e ganhou duas portas traseiras. A Ford, sempre na lanterna, limitou-se a criar um Escort RS sobre o modelo GL duas-portas, usando saias e spoilers, rodas exclusivas e painel de instrumentos de fundo branco. Custava 25.000 reais (62.400 em 2012). A GM seguiu a mesma fórmula, oferecendo um Astra fantasiado por 29.500 reais (67.200 em 2012).</p>
<h1>Década de 2000</h1>
<p>Já nos anos 2000 a Fiat trouxe o Brava HGT , um modelo 1.8 oferecido por 35.114 reais (67.100 atualmente) na época do lançamento. Mas o destaque mesmo era o lendário Marea Turbo de 182 cavalos, que brigava pelo topo da tabela de potência nacional com o também turbinado Golf GTI de 150 cv (potência que mais tarde aumentaria para 180 cv). Em 2003 a Fiat cobrava 57.990 reais (89.300 em 2012), enquanto o hatch da Volkswagen saía por 62.200 reais (96.600 em 2012). Houve ainda o Golf GTI VR6, limitado em 99 unidades, que custava assustadores 105.600 reais (162.100 em 2012) e curiosamente entregava quase o mesmo desempenho do GTI turbo.</p>
<p>Talvez para se redimir do Escort RS, a Ford acertou a mão ao colocar o motor 1.6 do moribundo Escort no pequenino Ka. Mesmo com modestos 96 cv ele provou ao país que diversão ao volante nem sempre se mede pela ficha técnica. A brincadeira custava 25.500 reais (48.950 em 2012).</p>
<p>Depois de quase 10 anos o Brasil voltava a ter um esportivo fora-de-série: o Lobini H1 foi inspirado nos Lotus e usava o motor 1.8 turbo do Golf GTI. Mais leve e nascido para correr, seu desempenho era bastante superior. Sempre bem caro, custava 170.000 reais (218.000 em valores atuais).</p>
<p>Outro esportivo da Fiat foi o Stilo Abarth, que apesar do visual discreto, tinha motorização exclusiva de 2.4 litros, cinco cilindros e vinte válvulas, e recebeu o emblema do escorpião que caracteriza tradicionalmente os esportivos da Fiat. Vinha equipado com tecnologias inéditas em carros brasileiros, mas cobrava 90.450 reais (124.300 em 2012) pela conveniência.</p>
<p>Um dos últimos – e melhores – esportivos nacionais foi o Civic Si, que na época de seu lançamento (há cinco anos) custava 99.000 reais (127.800 em 2012) e rivalizava com o decadente Golf GT “Mk 4,5″, que teve sua injeção eletrônica remapeada para render 193 cv com gasolina de alta octanagem. Junto com a potência, o preço também subiu e foi para 90.500 reais (116.900 em 2012)</p>
<p>http://www.jalopnik.com.br/conteudo/quanto-custavam-os-carros-de-ontem-em-dinheiro-de-hoje</p>
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		<title>Carros também exigem cuidados redobrados no verão</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/carros-tambem-exigem-cuidados-redobrados-no-verao/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 15:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No verão, os carros também sofrem com o excesso de calor, sendo necessário redobrar os cuidados com a parte interna e externa deles. Nesta época, é comum que as famílias viajem para o litoral, e a maresia e o sol forte podem danificar a pintura e a parte interna do veículos. Para evitar danos, pode-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No verão, os carros também sofrem com o excesso de calor, sendo necessário redobrar os cuidados com a parte interna e externa deles.</p>
<p>Nesta época, é comum que as famílias viajem para o litoral, e a maresia e o sol forte podem danificar a pintura e a parte interna do veículos. Para evitar danos, pode-se adotar medidas simples, como inserir protetores sanfonados no para-brisa ou utilizar películas protetoras de vidros. “As películas escurecem os vidros, diminuem o calor no interior do automóvel, evitam o desgaste dos estofamentos e áreas plásticas do veículo, além de ser uma proteção maior contra furtos e assaltos”, explica o diretor do Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo), Silvio Rivarolla.</p>
<p>Segundo o diretor, os protetores também são importantes no verão porque o sol pode ressecar estofados de couro. “Lojas especializadas podem aplicar produtos para proteger os bancos”, comenta.</p>
<p>Por fora No caso da pintura, apesar de os veículos contarem com o verniz, existem polidores que formam mais uma película protetora, como o espelhamento, a revitalização ou cristalização. “Alguns destes tratamentos ajudam, inclusive, a remover riscos superficiais”, completa Rivarolla.</p>
<p>Ele também recomenda lavar mais vezes o veículo no verão, especialmente quando ocorrer contato com a maresia.</p>
<p>Outro item que sofre com as altas temperaturas é o pneu, pois, com o calor excessivo, a calibragem pode ficar comprometida. “É preciso ficar atento, porque há perda de calibragem nos pneus”, alerta.</p>
<p>A parte mecânica também exige mais atenção, especialmente antes de viajar. Rivarolla aconselha que o condutor verifique o nível do líquido de arrefecimento (radiador), do óleo do motor, além da manutenção preventiva, verificando as condições das velas, bomba d’água, correia e mangueiras.</p>
<p>Fonte: yahoo.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vai comprar carro usado? Veja o que verificar para fazer um bom negócio</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/vai-comprar-carro-usado-veja-o-que-verificar-para-fazer-um-bom-negocio/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes, comprar um carro usado é a opção mais viável para o bolso de alguns consumidores e, dependendo do estado de conservação do veículo e da documentação, pode ser uma boa compra. De acordo com o diretor Comercial do Grupo Dekra Brasil, Luís Neca, na hora de comprar um veículo, o mais importante é ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um carro usado é a opção mais viável para o bolso de alguns consumidores e, dependendo do estado de conservação do veículo e da documentação, pode ser uma boa compra.</p>
<p>De acordo com o diretor Comercial do Grupo Dekra Brasil, Luís Neca, na hora de comprar um veículo, o mais importante é ter certeza &#8220;de que aquele veículo é, de fato, aquele veículo&#8221;. “O mais importante, na hora de comprar um veículo usado, é saber sua procedência, para anular a chance de adquirir um bem clonado”, alerta.</p>
<p>Segundo o diretor, por mais que o consumidor se certifique de que os dados do carro estão de acordo com as informações da documentação, somente empresas especializadas em vistoria e inspeção veicular podem garantir a procedência.</p>
<p><strong>Sem problemas</strong><br />
Para evitar surpresas, o consumidor deve se atentar a alguns detalhes na hora de comprar um veículo usado. Veja quais são:</p>
<p><strong>1. Compra do veículo: </strong>apenas em lugares confiáveis, como concessionárias ou revendedoras autorizadas.</p>
<p><strong>2. Histórico:</strong> é importante checar, para saber se ele já passou por acidente, já foi roubado ou se o hodômetro (contador de quilômetros rodados) foi adulterado, por exemplo.</p>
<p><strong>3. Autopeças:</strong> verificar se as condições das peças estão de acordo com a quilometragem do veículo é uma das melhores formas de saber se houve adulteração do hodômetro. Se as peças forem muito novas, também é importante desconfiar, pois elas já podem ter sido substituídas, para encobrir as alterações.</p>
<p><strong>4. Desgaste:</strong> é importante ficar atento ao desgaste das peças, como pneus, volante, freio, manopla do câmbio, estofado e tapeçaria. Fazer uma inspeção de diagnóstico aponta o real estado desses itens.</p>
<p><strong>5. Itens de segurança:</strong> estepe, triângulo e o extintor devem estar em ordem.</p>
<p><strong>6. Motor, o coração do carro:</strong> nele, é importante verificar o entorno das conexões, para ter certeza se não há vazamento de óleo. O correto é que o motor esteja sempre com aspecto “sujo”, “empoeirado”. Ele nunca deve ser lavado, já que a água e o sabão ressecam as peças e prejudicam seu bom funcionamento.</p>
<p><strong>7. Porta-malas: </strong>cheque o contorno interno do porta-malas para ver se há indícios de ferrugem, que indica a existência de infiltração. Se houver, significa que o veículo já sofreu uma colisão traseira.</p>
<p><strong>8: Pintura:</strong> a textura da tinta original do carro é sempre diferente da tinta usada em reparos. Preste atenção se a pintura de todo o carro é homogênea.</p>
<p><strong>9. Numeração:</strong> o número do chassi deve estar de acordo com o que consta no documento. Também é importante checar se o número que se encontra no pé dos vidros corresponde aos oito dígitos finais do chassi.</p>
<p><strong>10. Vidros:</strong> ficar atento se são todos da mesma marca, caso contrário, podem ter sido substituídos por conta de acidentes ou sinistros.</p>
<p><strong>11. Pneu: </strong>verificar a data de validade do pneu, localizada na lateral, e se os sulcos estão dentro das especificações. Há um indicador no sulco do pneu que mostra quando seu desgaste atingiu o limite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carros">http://www.infomoney.com.br/carros</a></p>
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		<title>Vendas de carros importados caem 40,6% em um mês</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As vendas de carros importados  pelos associados da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), em janeiro deste ano, chegaram a 11.367 unidades, número 40,6% menor do que o de dezembro de 2011, quando foram comercializadas 11.367 unidades. Já na comparação anual, houve alta de 16,9%. Também houve queda de 5,82% para 4,5% na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas de carros importados  pelos associados da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), em janeiro deste ano, chegaram a 11.367 unidades, número 40,6% menor do que o de dezembro de 2011, quando foram comercializadas 11.367 unidades. Já na comparação anual, houve alta de 16,9%.</p>
<p>Também houve queda de 5,82% para 4,5% na participação do mercado, no mesmo período.</p>
<p>Segundo a Abeiva, o resultado é reflexo do impacto da instabilidade do mercado, por conta do noticiário sobre a alta do IPI (Imposto Sobre Produtos Importados), a partir de 16 de dezembro. Outro motivo é que muitas importadoras não dispuseram vários modelos, devido à impossibilidade momentânea de planejamento de compras no exterior, desde o dia 16 de setembro, quando foi publicado o Decreto 7.567.</p>
<p>“Quem repassou, quem não repassou. Várias dúvidas do consumidor comprometeram a venda de veículos importados, fato que deve se normalizar em março ou abril, quando todos os players já tiverem seus preços equalizados”, explica o presidente da Abeiva, José Luiz Gandini.</p>
<p><strong>Expectativa<br />
</strong>Mesmo com desempenho negativo de janeiro e também em fevereiro, por conta da redução de dias úteis de comercialização, Gandini acredita que em março o setor de importação volte à normalidade, com venda mensal entre 16 mil e 18 mil unidades.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carros">http://www.infomoney.com.br/carros</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oito projetos de lei podem definir novas regras para o recall nos carros</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/carros-oito-projetos-de-lei-podem-definir-novas-regras-para-o-recall/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tramitam na Câmara dos Deputados pelo menos oito projetos de lei que podem definir novas regras para o recall automotivo. Entre estes projetos, o mais adiantado é o PL 6624/09, de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que condiciona o licenciamento do veículo à apresentação do comprovante de correção das falhas pelo proprietário. Dessa forma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tramitam na Câmara dos Deputados pelo menos oito projetos de lei que podem definir novas regras para o recall automotivo.</p>
<p>Entre estes projetos, o mais adiantado é o PL 6624/09, de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que condiciona o licenciamento do veículo à apresentação do comprovante de correção das falhas pelo proprietário.</p>
<p>Dessa forma, o consumidor que não atender ao chamado de recall ficaria impedido de renovar o licenciamento do veículo. O projeto já foi aprovado pela Comissão de Viação de Transportes da Câmara dos Deputados. “Um particular não pode colocar a comunidade em risco, pela utilização de um bem potencialmente perigoso. Tudo sem prejuízo da responsabilidade civil da cadeia de fornecimento: fabricante, montadora, vendedores, em caso de acidente de consumo. São relações jurídicas distintas”, afirma o advogado Fabio Martins Di Jorge, do escritório Peixoto e Cury Advogados.</p>
<p>Para o advogado Rodrigo Giordano de Castro, o consumidor que não realizar a correção deve ser punido. “O projeto de lei tenta equilibrar um pouco essa relação consumidor/fornecedor. O recall é o reconhecimento de uma falha e a convocação para sua supressão. O consumidor negligente deve, de alguma forma, ser punido”, afirma.</p>
<p>Mais informação Segundo a advogada Mariana Fideles, do escritório Braga e Balaban Advogados, a medida deve ser aplicada em conjunto com ações para informar o consumidor quanto aos riscos de não realizar o reparo. “Não acredito que essas imposições devam ser encaradas como coação ou sanções ao consumidor. Na realidade, maior rigor na fiscalização do recall tende a atrair um maior número de consumidores que não se preocupam com o aviso dos fabricantes. Afinal, a amplitude exigida na lei consumerista também abrange o conteúdo da informação, devendo ser informado ao consumidor o real risco trazido caso não atendido o recall”, avalia.</p>
<p>De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor é obrigado a efetuar o reparo ou a troca do produto ou serviço defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Yahoo.com.br</p>
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		<title>Saiba como funcionam os acordos comerciais de carros do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A novela que envolve os acordos de importação entre o Brasil e o México ainda não recebeu um desfecho. Na semana passada, na tentativa de tornar a balança comercial equilibrada em relação às exportações de veículos para o México, o governo anunciou que iria rever os critérios de importação dos modelos que vinham deste país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A novela que envolve os acordos de importação entre o Brasil e o México ainda não recebeu um desfecho. Na semana passada, na tentativa de tornar a balança comercial equilibrada em relação às exportações de veículos para o México, o governo anunciou que iria rever os critérios de importação dos modelos que vinham deste país. Até que o momento, no entanto, nenhuma resolução entre as duas partes foi tomada.</p>
<p>Atualmente, o Brasil tem acordo de isenção de taxa de importação firmado com os países do Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai &#8211; sendo que o último não possui fabricantes de automóveis) e com o México; a lei exime o pagamento do imposto de importação, de 35% sobre o valor do veículo, que possuam ao menos 60% de conteúdo local, para ambas as partes. Em relação ao tratado firmado com a Argentina, em vigor desde 1994, no último ano, o Brasil registrou superávit na balança comercial do setor automotivo de US$ 3,4 bilhões. No que diz respeito ao México, no entanto, o resultado não tem sido favorável.</p>
<p>Em 2011, o Brasil registrou um déficit de US$ 700 milhões na balança comercial do setor a partir da parceria mexicana. Foram enviados 1,5 milhão de carros para o México e importadas 475 mil unidades durante os 11 anos de parceria comercial. Atualmente, 15 modelos são importados para o Brasil isentos da taxação sobre produtos importados. O cenário negativo se repete desde 2009.</p>
<p>Na manhã de hoje (6), durante a divulgação de dados da indústria automotiva registrados em janeiro, o presidente da Anfavea (Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores), Cledorvino Belini, considerou a importância da manutenção do acordo, já que uma possível reformulação das cláusulas poderia favorecer outros setores da indústria automotiva brasileira. De acordo com Belini, o rompimento seria a pior alternativa possível.</p>
<p>O governo brasileiro está em fase de negociação com o México para tentar manter a balança equilibrada. Além disso, para fortalecer a economia, o País precisa aumentar o nível de produção e de competição em relação ao outros mercados, como China e Índia. O governo brasileiro deve propor ao México a inclusão de outros setores da indústria automotiva no acordo.</p>
<p><strong>Restrição hermana</strong> - no dia 1° deste mês, a Argentina impôs novas regras de importação para o mercado brasileiro. O país restringiu importação de produtos de consumo (incluindo carros), levando à demora na liberação dos veículos que ficam retidos nos portos e à falta de peças de origem argentina. A restrição é somada ao processo de licenças não-automáticas, imposto pelos dois países desde o ano passado.</p>
<p><strong>Confira a lista dos modelos importados do México atualmente, com os valores de entrada atuais, que podem sofrer reajuste caso haja mudança no acordo entre os dois países:</strong><br />
<strong>- Chevrolet Captiva:</strong> R$ 94.038<br />
<strong>- Dodge Journey:</strong> R$ 97.500<br />
<strong>- Fiat 500:</strong> R$ 39.990<br />
<strong>- Fiat Freemont:</strong> R$ 81.900<br />
<strong>- Ford New Fiesta hatch:</strong> R$ 48.950<br />
<strong>- Ford New Fiesta sedã:</strong> R$ 50.950<br />
<strong>- Ford Fusion:</strong> R$ 83.660<br />
<strong>- Honda CR-V:</strong> R$ 75.900<br />
<strong>- Nissan March:</strong> R$ 27.790<br />
<strong>- Nissan Versa:</strong> R$ 36 mil<br />
<strong>- Nissan Sentra:</strong> R$ 52.990<br />
<strong>- Nissan Tiida:</strong> R$ 50.990<br />
<strong>- Nissan Tiida Sedan:</strong> R$ 44.500<br />
<strong>- Volkswagen Jetta:</strong> R$ 65.755<br />
<strong>- Volkswagen Jetta Variant:</strong> R$ 85.990</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.icarros.com.br/">http://www.icarros.com.br</a></p>
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		<title>Ford e Microsoft firmam parceria para criar carros que cuidam da saúde do motorista</title>
		<link>http://www.americanfilms.com.br/ford-e-microsoft-firmam-parceria-para-criar-carros-que-cuidam-da-saude-do-motorista/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>manutencao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ford firmou uma parceria com a Microsoft e as empresas Healthrageous e BlueMetal Architects para pesquisar tecnologias que ajudem as pessoas a cuidar da saúde e do bem-estar enquanto estão no carro. O objetivo é propor soluções móveis com o conceito &#8220;carro saudável&#8221;, que abre possibilidades de conexão aos serviços de saúde a bordo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ford firmou uma parceria com a Microsoft e as empresas Healthrageous e BlueMetal Architects para pesquisar tecnologias que ajudem as pessoas a cuidar da saúde e do bem-estar enquanto estão no carro. O objetivo é propor soluções móveis com o conceito &#8220;carro saudável&#8221;, que abre possibilidades de conexão aos serviços de saúde a bordo, através do dispositivo SYNC disponível em vários modelos da marca.</p>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Esse equipamento de conectividade da Ford, que inclui sistema de navegação GPS, conexão Bluetooth para celular e internet, permite diversas soluções que vão desde encontrar o recurso hospitalar mais próximo a obter informações sobre uma doença, por controle de voz. Esse nosso novo campo de pesquisa tem como proposta criar um serviço geral de informações de saúde a bordo&#8221;, diz Gary Strumolo, gerente do Centro de Pesquisa e Inovação da Ford.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Carro saudável&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo o especialista, a Ford busca desenvolver um veículo que cuide da saúde do seu proprietário. Várias razões fazem do carro uma plataforma ideal para a pesquisa e desenvolvimento nessa área. É um lugar conveniente, que oferece privacidade, facilita o acesso personalizado às informações, produtos e serviços que as pessoas precisam e permite aproveitar o tempo em que elas se deslocam no trânsito.</div>
<div style="text-align: justify;">O objetivo das pesquisas é descobrir como levar os cuidados com a saúde para dentro do carro, de modo não invasivo, usando informações do monitor de pressão arterial, medidor de glicose e histórico de alergia do motorista, por exemplo, para promover um estilo de vida mais saudável.</div>
<div style="text-align: justify;">O papel da Microsoft nessa parceria é traduzir as informações captadas por esses sensores para aplicativos que ofereçam interface por voz e toques na tela, integrando também dados biométricos de outros dispositivos.</div>
<div style="text-align: justify;">Como funciona</div>
<div style="text-align: justify;">A proposta do sistema é monitorar a saúde do motorista e gerar alertas em tempo real, usando os dados obtidos pelos sensores do veículo e registros de arquivo. O motorista também pode informar detalhes importantes de sua saúde – como a quantidade de copos de água consumidos durante o dia ou os remédios que tomou –, usando comandos de voz.</div>
<div style="text-align: justify;">Esses dados seriam levados para a &#8220;nuvem&#8221; e processados junto com outros dados médicos para criar registros gráficos, que o motorista também poderia acessar depois de sair do veículo.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;O objetivo é tornar a saúde mais acessível e ajudar as pessoas a ter uma qualidade de vida melhor&#8221;, completa Mary Chalk, cofundadora e chefe de Marketing da Healthrageous.</div>
<div style="text-align: justify;">Tendência</div>
<div style="text-align: justify;">Segundo as pesquisas da Pew Research, dos Estados Unidos, o avanço das doenças crônicas não tem sido acompanhado no mesmo ritmo pelos serviços de saúde, o que limita o atendimento dos pacientes. Por isso, cada vez mais pessoas de todas as idades e classes sociais visitam os sites de saúde antes de ir ao médico, tornando essa uma das áreas mais populares da internet.</div>
<div style="text-align: justify;">As razões para isso não são difíceis de entender. De acordo com as pesquisas:</div>
<div style="text-align: justify;">• 93% dos entrevistados dizem buscar informações de saúde na internet porque é conveniente – querem a informação na hora, sem depender da agenda do médico;</div>
<div style="text-align: justify;">• 83% dizem conseguir mais informação na web do que com os médicos;</div>
<div style="text-align: justify;">• 80% afirmam que ter privacidade nas informações é importante para elas.</div>
<div style="text-align: justify;">Além disso, a área de medicina e saúde foi a terceira que mais cresceu nos aplicativos para smartphones, com mais de 17.000 disponíveis para download. A expectativa é que, até 2015, 500 milhões de pessoas usem aplicativos móveis de saúde.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Essa tendência indica que o automóvel pode ter um papel de destaque no segmento crescente da saúde e bem-estar digital, já que as pessoas passam boa parte do tempo a bordo de um veículo&#8221;, explica Gary Strumolo.</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.segs.com.br/">http://www.segs.com.br</a></div>
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